Por causa da Lua Branca, Lin Dong assume a culpa e vai para a prisão. O diretor da prisão o admira, ensina-lhe pessoalmente o Clássico Médico Antigo e ordena que um assassino de elite seja seu parceir
Na fronteira norte, Prisão Número Zero.
No quarto do hospital, uma mulher de beleza incomparável repousa sobre a cama. O top esportivo branco não consegue conter a exuberância de seu corpo, com um decote profundo e sedutor, e uma cintura delicada que parece impossível de envolver. As calças de ioga cinza realçam suas pernas esculpidas e destacam aquela região misteriosa. Um tom vermelho vivo na coxa chama a atenção.
A porta se abre e um jovem vestido com jaleco branco entra.
“Médico homem?”
Avril abre os olhos, o olhar frio, e diz: “Saia daqui.”
A voz indiferente não traz qualquer emoção, apenas uma ameaça gelada e mortal.
Lin Dong coloca os instrumentos cirúrgicos no pé da cama, respondendo com frieza: “Isso aqui não é um hospital. Quem entra aqui não tem direitos.”
Ao terminar de falar, estende a mão em direção às calças de ioga.
Nos olhos de Avril cintila uma luz cortante; ela, fraca, brada: “Se ousar...!”
Lin Dong interrompe o movimento.
O olhar dele cruza com o dela, e ele diz: “Aqui dentro, tudo é decidido por mim. Inclusive você.”
Com isso, ergue a mão novamente. Desta vez não é para as calças, mas para o top esportivo. Ele segura o tecido na base e, com um movimento suave, revela instantaneamente o busto exuberante até então contido!
Mesmo acostumado a situações como aquela, Lin Dong se sente momentaneamente atordoado. Nunca vira um corpo tão sedutor...
Os olhos de Avril se contraem, a ameaça de morte quase palpável.
Lin Dong recobra o controle e dirige a mão para as calças de iog